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Os 3 erros mais comuns em biossegurança

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Em qualquer área, a qual, se utilize de produtos e agentes químicos para a realização de algum serviço, sempre há uma grande preocupação quanto a dosagens, procedimentos e medidas de segurança desse produto.

Afinal, o que diferencia a eficácia do fracasso de medicamentos e químicas pode ser apenas a quantidade utilizada. Neste sentido, a biossegurança é uma série de medidas e prevenções utilizadas para controlar os danos e os malefícios que produtos químicos podem trazer para a saúde do paciente, seja ela física ou mental, e também para preservar a biodiversidade e natureza do planeta.

Principalmente os profissionais que cuidam da saúde, como o auxiliar de saúde bucal, por exemplo, necessitam ter cuidado redobrado neste sentido. Qualquer erro pode significar a piora no quadro do paciente, sendo desde de problemas reversíveis até estágios mais graves que colocam em risco a vida do paciente. Profissionais que atuam com outras funções para produtos químicos devem ter grande atenção também para a biossegurança, tendo em vista a importância desse trabalho.

Deixar os procedimentos caírem na rotina é um risco alto para a biossegurança

Embora o uso de agentes químicos e a realização de procedimentos de segurança façam parte da rotina, muitas vezes a repetição das ações referentes a este ponto podem se tornar automáticas, isso traz um excesso de confiança e consequentemente uma falta de atenção, o que pode fazer com que erros aconteçam e a biossegurança entra em risco.

Por isso, por mais longo que seja o tempo de profissão e prática, as atitudes e medidas de prevenção não devem ser negligenciadas. Se adicionarmos a correria diária então, as chances de erros em função desta falta de atenção aumentam. O segredo é nunca pensar que tem domínio grande o bastante para agir sem pensar ou planejar.

Negligenciar as condições de armazenamento

Atentar as condições de armazenamento de medicamentos e produtos químicos é uma das atitudes mais importantes dentro da biossegurança. Problemas neste sentido podem tornar o produto prejudicial à saúde e até mesmo destruir o efeito do produto, tornando-o insuficiente ou inutilizável.

Neste sentido, ainda há o problema financeiro. Afinal, na grande maioria das vezes, os produtos químicos são separados por lote, e são armazenados em conjunto. Se acontecer algum erro neste armazenamento, como temperatura, por exemplo, esse conjunto de produtos químicos são afetados, obrigando a eliminação de todos eles. Como o investimento neste sentido nunca é baixo, o prejuízo financeiro é extremamente alto na grande maioria das vezes.

Deixar de ler as recomendações de novos produtos químicos

A biossegurança sofre quando novas versões de produtos anteriores chegam até a mão de alguns profissionais, pois estes acreditam que a nova fórmula funciona de forma semelhante ou totalmente igual a antiga. Este engano pode causar grandes problemas e realmente botar em risco a vida de muitas pessoas, principalmente crianças e idosos.

As recomendações, ou a famosa “bula”, devem ser analisadas e estudadas cuidadosamente, a cada nova fórmula oferecida do medicamento, e também vale muito o esforço de ler novamente as recomendações de produtos químicos de tempo em tempo, afinal, a memória pode falhar e até o mais simples dos medicamentos possui chance de erro em sua aplicação.

 

Tem mais alguma dúvida sobre biossegurança? Deixe seu comentário abaixo que responderemos para você.