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Odontologia preventiva: Porque é melhor que a curativa?

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odontologia preventiva

odontologia preventiva

Quando falamos da Odontologia e seu histórico, podemos encontrar referências nos tempos antigos. O chamado Primeiro Período – estudiosos dividem em cinco esta história – data da pré-história, com sua comprovação baseada em pinturas rupestres. Podemos dizer que a odontologia preventiva data somente do quinto e último período dessa história, a partir do ano de 1950.

Antes desta data, era figura comum a dos chamados Tiradentes. Os ‘problemas’ da Odontologia’ eram resolvidos, na maioria das vezes, com as extrações dentárias. A evolução veio primeiramente com os materiais utilizados para as extrações, bem como as cadeiras utilizadas por estes profissionais. As primeiras novidades, inclusive, foram no ramo das próteses dentárias.

A história da Odontologia aponta o último período como o das especialidades da área, e também o do início do foco na prevenção de doenças, e não somente na sua forma curativa. Vale lembrar que as profissões da área da saúde eram conhecidas como as que buscavam a ‘arte da cura’. Os benefícios da prevenção foram sendo experimentados e comprovados somente nos últimos anos.

Evolução: da cura à prevenção

No Brasil, um nome deve ser lembrado quando o assunto é a prevenção da saúde bucal. O cirurgião dentista Edgar Del Passo formado em 1964 pela Universidade Católica de Campinas, fundou em 1967 o Centro de Odontologia Preventiva, e ‘salvou’ milhares de pessoas da extração dentária, prática ainda muito comum na época.

Edgar Del Passo também foi um nome importante ao utilizar o Técnico de Saúde Bucal, e o Auxiliar de dentista, no auxílio dos profissionais e na prevenção das doenças bucais. Além disso, o cirurgião compôs a equipe que realizou o primeiro transplante dental em Campinas, no ano de 1972.

Apesar de ser encontrados mais facilmente indícios da prática da odontologia preventiva somente nos últimos anos, o francês Pierre Fauchard (1678 – 1761), considerado o pai da Odontologia moderna, já defendia a prevenção. Ele foi o primeiro a estabelecer ligação entre os açúcares e a cárie dentária.

Citamos um pouco da história da odontologia para mostrar justamente este processo de evolução. E como os profissionais e estudiosos foram preferindo a maneira preventiva do que a curativa de se tratar doenças. Isto porque a odontologia preventiva tende a ser a melhor opção. Prevenir e quando não há outra opção, curar.

Odontologia Preventiva a favor dos pacientes

É claro que é preferível contar com uma boca saudável, do que esperar a doença chegar e depois partir para o processo de cura. Hoje, há debates sobre o mercado odontológico, que conta com tratamentos cada vez mais especializados, e cada vez mais modernos. Enquanto há pessoas necessitando e realizando estes tratamentos, o mercado está produzindo e lucrando com isso.

Mas, ao contrário da odontologia curativa, a preventiva tende a beneficiar os próprios pacientes. Deixar a cavidade bucal sempre saudável custa menos do que os tratamentos disponíveis.

Além disso, geralmente após as doenças bucais aparecerem elas causam uma série de desconfortos aos pacientes. O que pode ser evitado se for utilizado os preceitos da Odontologia Preventiva. Com eles, os pacientes são estimulados à mudança de hábitos, a adoção de práticas de higiene e alimentação que venham a contribuir com a saúde bucal.

Isto não quer dizer que a Odontologia Preventiva inutiliza a curativa. Quer dizer que quando, e se, a doença aparecer, ela poderá ser tratada muito mais facilmente com a adoção de hábitos corretos.

Conheça em nosso blog alguns hábitos e os profissionais que podem contribuir para a odontologia preventiva.

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